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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Computação com nanotubos usa 'evolução na matéria'

Computação com nanotubos usa 'evolução na matéria'

Computação com nanotubos usa "evolução na matéria"

Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/04/2015
Computação com nanotubos usa
O compósito de nanotubos de carbono (em cima) recebe tensões de entrada em pontos específicos (embaixo à esquerda) até comportar-se como uma porta lógica (direita). [Imagem: Massey et al. - 10.1063/1.4915343]
Matéria que evolui
Um grupo de pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) e da Universidade de Durham (Reino Unido) estão procurando inspiração na natureza para substituir os transistores eletrônicos, que estão próximos do limite físico da miniaturização.
As técnicas "evolucionárias" foram usadas para criar dispositivos de processamento de informações a partir de películas cobertas aleatoriamente por nanotubos de carbono.
"Em vez de criar circuitos com matrizes de componentes discretos (transistores), nosso trabalho pega um material desordenado e então 'treina' o material para que ele produza a saída desejada," explica Mark Massey, membro da equipe.
Embora esteja em seus estágios iniciais, esse conceito de "evolução na matéria" demonstrou que é possível fazer com que materiais sem estrutura definida "aprendam" a se comportar de forma a imitar os circuitos eletrônicos, produzindo saídas definidas para entradas conhecidas.
Esse é o princípio das portas lógicas, os blocos lógicos mais fundamentais construídos com transistores.
Computação com nanotubos usa
Circuito com duas entradas, duas saídas e cinco nós de configuração. [Imagem: Massey et al. - 10.1063/1.4915343]
Computação com nanotubos
A equipe usou nanotubos de carbono misturados em um polímero, criando uma estrutura elétrica complexa e aleatória, uma vez que os nanotubos de carbono podem ser semicondutores ou metálicos - basta 1% de nanotubos para que o compósito torne-se "computacionalmente capaz".
"Quando aplicamos tensões em pontos do material, suas propriedades elétricas se alteram. Quando os sinais corretos são aplicados, ele pode ser treinado ou 'evoluir' para desempenhar uma função útil," explica Massey.
Embora circuitos baseados em materiais compósitos desse tipo possam vir a realizar funções lógicas práticas, eles deverão ser muito mais lentos, não competindo com os circuitos eletrônicos tradicionais.
Mas poderão ser úteis para o processamento analógico de sinais ou em circuitos que exijam um baixo consumo de energia, como etiquetas RFID ou sensores de monitoramento ambiental.
Fonte : http://www.inovacaotecnologica.com.br
Bibliografia:

Computing with Carbon Nanotubes: Optimization of Threshold Logic Gates using Disordered Nanotube/Polymer Composites
M. K. Massey, A. Kotsialos, F. Qaiser, D. A. Zeze, C. Pearson, D. Volpati, L. Bowen, M. C. Petty
Journal of Applied Physics
Vol.: 117, 134903
DOI: 10.1063/1.4915343

domingo, 8 de junho de 2014

Tabela de calculo código de resistores online - Eletro - Eletrônicos

Tabela de calculo código de resistores online - Eletro - Eletrônicos

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

TV de bolso virtual leva o programa, e não a TV




TV de bolso virtual leva o programa, e não a TV:
TV de bolso virtual
Pesquisadores de Cingapura inventaram uma forma que permite que você leve seu programa de TV consigo - sem precisar levar o aparelho de TV junto.
Imagine que você esteja assistindo um programa na TV, mas precisa sair.
É possível deixar o aparelho gravando, mas isso vai exigir tempo extra para assisti-lo quando você voltar. Um tempo que pode estar disponível agora, enquanto você se desloca para a escola ou para o trabalho, no ônibus ou no banco do carona.
Com a TV de bolso virtual, tudo o que você terá que fazer será "puxar" o programa da TV para o seu tablet, notebook ou smartphone, e continuar assistindo normalmente, sem qualquer interrupção.
Você também poderá assistir o programa de TV ou filme, de forma sincronizada com sua família ou amigos, não importando em que parte do mundo cada um de vocês estiver.
E não apenas isso, mas poderá também discutir o programa, pelo meio que preferir, seja vídeo, chat de voz ou de texto.
Mobilidade extrema
A primeira demonstração dessa TV "pegue e leve" foi feita pela equipe do professor Wen Yonggang, da Universidade Tecnológica de Nanyang.
Não se trata de um conceito futurístico: o pesquisador afirma que já foi procurado por "gigantes de telecomunicações" interessados em usar a tecnologia em suas redes de TV a cabo.
A tecnologia de interação humano-computador permite que o programa - seja ele transmitido pela TV comum ou por um canal de TV pela internet - seja transferido de forma imediata entre aparelhos fixos e móveis.
Você pode "pegar" o programa que estiver assistindo na casa de um amigo, assisti-lo enquanto vai para casa e, ao chegar lá, simplesmente "despejá-lo" de volta na sua TV, e continuar assistindo normalmente, sem qualquer interrupção.
TV social
Essa migração entre redes, que permitirá a transição de um aparelho para outro, será possível graças àquilo que os pesquisadores chamam de "nuvem de TV social".
O sistema usa uma nuvem para o processamento e a distribuição dos vídeos, o que permite que ele seja baixado pelo aparelho que for mais conveniente em cada momento.
O software da TV social avisa a nuvem da mudança de IP do receptor e também permite que os usuários compartilhem seus próprios conteúdos - vídeos online e programas de TV - através de redes sociais como o Facebook e Twitter.
"Com o aumento dos vídeos online e dos aparelhos de multimídia pessoais, perdemos a experiência de assistir programas de TV juntos, como uma família ou como uma atividade social com os amigos. Eu espero que, com a minha invenção, as pessoas possam agora voltar a se reconectar uns com os outros socialmente usando os vídeos," disse Wen.
Segundo ele, a tecnologia poderá estar disponível para o público dentro de dois anos.

fonte : http://www.inovacaotecnologica.com.br/

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Fábrica de semicondutores anuncia investimentos no Brasil

Fábrica de semicondutores anuncia investimentos no Brasil
Serviços e fabricaçãoFábrica de semicondutores anuncia investimentos no Brasil
A fabricante de semicondutores Nanium, de origem portuguesa, anunciou que a empresa iniciará suas atividades no Brasil até a primeira semana de fevereiro.
A sede da empresa portuguesa ficará em Belo Horizonte e, em um primeiro momento, irá operar apenas na prestação de serviços, como consultoria na área de tecnologia aplicada.
O passo seguinte será a instalação de uma fábrica de semicondutores no país, em uma possível parceria com uma empresa nacional.
A localização da fábrica ainda não está definida. Entre os estados que podem receber os investimentos, estão Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Substituição de importações
Em reunião com técnicos do Ministério do Desenvolvimento (MDIC), os representantes da Nanium afirmaram que o projeto nasce com o "pé no chão", mas ponderaram que o objetivo é viabilizar o negócio para produção imediata, fazendo "um trabalho significativo de substituição de importações" no Brasil.
A Nanium domina a tecnologia da fase de encapsulamento de microprocessadores, os "cérebros" dos equipamentos eletrônicos.
A empresa é controlada pelo estatal Banco Português (17,88% da ações) e pelos bancos privados Banco Espírito Santo e Banco Comercial Português, cada um com 41,06% das ações.
Nelson Fujimoto, secretário de tecnologia do MDIC, considerou o anúncio um gesto inicial importante justamente porque o Brasil hoje é o "terceiro maior produtor de computadores do mundo", "um grande mercado para televisores e telefones", mas tem uma balança comercial desfavorável na área de eletrônicos porque não tem produção relevante de semicondutores.
"Um dos nossos objetivos com o Plano Brasil Maior é atrair investimentos para suprir deficiências do país em alguns elos da cadeia produtiva. É o caso das tecnologias de informação e comunicação. Daí a importância desse anúncio," ressaltou.
Semicondutores no Brasil
Até ao momento, o único projeto de fábrica de semicondutores no Brasil é umajoint-venture brasileiro-coreana chamada HT Micron, em fase de construção em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.
Prevista para abrir as portas no final de 2012, a fábrica tem investimentos previstos de US$ 200 milhões.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Eletrônica Geral: Bateria de ar-lítio: carros elétricos com autonomi...

Eletrônica Geral: Bateria de ar-lítio: carros elétricos com autonomi...: Vídeo não pode ser exibido. Bateria de ar-lítio: carros elétricos com autonomia de 800 km : Cientistas da IBM af...





Ansiedade de motorista

Um dos maiores entraves à popularização dos veículos elétricos é a chamada "ansiedade da autonomia".Os motoristas parecem morrer de medo de que a carga da bateria não consiga levá-los até seu destino ou trazê-los de volta para casa.Agora, cientistas da IBM afirmam ter resolvido um problema fundamental que poderá levar à criação de uma bateria capaz de dar a um carro elétrico uma autonomia de 800 quilômetros - o dobro da autonomia da maioria dos carros a gasolina ou etanol.As melhores bateriasdisponíveis atualmente são do tipo íons de lítio, que são boas para telefones celulares, razoavelmente boas para notebooks, mas insuficientes para veículos elétricos, que não conseguem superar os 200 km de autonomia.